O PAN chegou.
A Tina vai embora pra terra dela amanhã: Macapá/AP. É uma amigona que fiz lá no Banco. "Seja livre, tartaruga marinha..."
Mais alguns minutos atemporais e termino o bloco (entrega do último trabalho na segunda, última "aula" na terça), termino o trabalho de ComEx (estou envergonhada de nunca ter concluído), estudo pro concurso da SeFaz (cargo: analista do tesouro, gastei mais de 100 reais com apostila e inscrição)...
A Tina me deu um anel de pedras negras. Que era dela mas eu sempre cobiçava. Eu dei a ela um Natura Mamãe Bebê de flor de laranjeira (ela está grávida). Não preciso dizer que trocamos mais do que um anel e um perfume. São lembranças, coisas boas em forma de desejo/torcida. No café-da-manhã de bota-fora, ela chorou, aquela "falsa" =)
Assim que eu entrei no Banco, minha primeira reação foi: não vou desistir antes de 1 ano nisso aqui. A segunda foi: vou virar uma Cristina. E hoje dei tchau à Tina.
Sim, senhores, tempo de mudanças. "No ano em que morreu o Rei Uzias"...
Eu e F. brigamos por causa de futebol. Aliás, acho mesmo que briguei só...
Se o PAN fosse no alto nordeste, ao invés de samba ia ter muito forró e xote...
Kisses.
2 comentários:
É bom demais quando alguém passa de verdade pela vida da gente, e deixa marcas!
Eu achei divina a vaia que o presidente Mula tomou.
=)
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