Oiiiiii
Blog de cara nova! Às vezes, nada como branco.
(Eu sei que tenho talento pra publicidade. Imagina essa minha segunda frase numa propaganda de sabão ou pasta de dente... Genial!)
Essa semana, assistindo à Ana Maria Braga, tive uma idéia genial para uma propaganda do Caribe, saca só:
O Caribe tem o que nenhuma outra ilha tem. Caribe.
>:D
hehehehehehhe
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São 6 anos estudando em faculdades públicas e ainda tenho tanto a aprender com elas. Aprender a correr atrás. A bater o pé. A superar adversidades. A procurar, insistir, planejar, requerer, mexer, fazer barulho, fazer valer, tentar de novo, fazer de verdade...
Aprender, como se aprende com a vida, que no fim os recursos só serão liberados quando você colocar num projeto exatamente para que. Nos mínimos detalhes. Para que seja construído algo.
Afinal, nós sabemos, sem um projeto, ainda que liberados, os recursos não construiriam nada exatamente.
Eu abaixo a cabeça.
Peço perdão também pela apatia da minha geração. É notório, é visível. Até mesmo na Seleção.
Todos já reclamavam há muito que a Sandy não tinha sal. Que isso, que aquilo. Já falei aqui que um bom artista se faz de refletores. A Sandy é uma artista da minha geração. Insisto em dizer que ela é uma artista indo e voltando. Tem talento. Mais do que isso, teve oportunidades. Mas o importante é que ela pode e gosta de fazer o que faz. Também são da minha geração vários meninos do futebol da Seleção de hoje. E o que posso dizer. Que eles não são bons de bola? Que eles não têm garra, não têm fôlego?
Talvez falte pra eles a mesma coisa que falta pra Sandy, como artista. Não, não é identidade. E seria simplista demais dizer que é motivação.
É a mesma coisa que falta pra nós, estudantes de direito da minha faculdade. Alguma falta de disponibilidade em se esforçar de verdade. Em querer até sangrar. Somos meio insensíveis, sei lá. E não, não somos insensíveis. Corremos tanto. Trabalhamos. Estamos tão cansados, e somos indesistíveis. Mas não sangramos muito. Temos mais o que fazer.
Talvez precisemos assistir uma palestra, um workshop, com os grandes campeões de 58. Precisamos parar de fazer tanto, e fazer mais. Vai entender.
Um comentário:
Realmente somos uma geração meio que acomodada, mas sinto que podemos sim ainda mudar. :D
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