quarta-feira, janeiro 09, 2008

- A dona Androides, por favor.

- Alô, dona Androides (!?) Aqui é a L., do Banco ---! Tudo bem com a senhora (!?)

- @#$%&*&(*(*)¨¨$#@!!!

- Me desculpe, dona Androídes. No meu Sistema não aparecem os acentos.

...

2 comentários:

Denis Barbosa Cacique disse...

Concordar com y e por isso proibir o ensino de x me parece muita estupidez. Será que não é possível adotar um sistema de ensino em que todos esses pontos de vistas conflitantes sejam apresentados? Aí caberia ao aluno decidir.

Sabe, também acho muito estranho esse negócio de acreditar que, por exemplo, a consciência, a memória, a saudade, o amor... enfim, acho muito estranho que tudo isso possa ser constituído por hidrogênios e carbonos. Sinto que faltaria sim um direcionamento pra matéria.

Mas o problema é que sou péssimo em química. Ridículo em física. Tosco em biolofia. E são nessas áreas que esse tipo de debate acontece. Então procuro simplesmente suspender meu juízo quando não compreendo bem os termos e frentes do debate.

Sobre o criacionismo, no caso do criacionismo cristão, que é o que conheço, só acho muito complicado fundamentar um bocado de conhecimento sobre a criação do mundo num texto que hora é interpretado ao pé da letra, hora de modo metafórico. Sei lá. Não estou negando as verdades bíblicas, apenas não tenho certeza se as coisas foram assim ou de outro jeito.

A minha opinião mesmo é que essas questões sobre a alma, a causa primeira do universo e Deus estão muito além da minha e da sua capacidade de conhecer. A não ser, é claro, que Deus as revele para nós. Mas aí surge um outro problema: o que torna a revelação verdadeira?

Bj, L, e desculpe pelo comentário imenso. Escreva mais sobre o assunto se quiser. Acho esse tema importantíssimo.

Madame disse...

Huahuahuahuahuahuahua!
Só o nome da senhorita já é um espetáculo a parte. =P