segunda-feira, outubro 08, 2007

- POR QUE DUVIDASTES?

“Quem sou eu, Senhor
para te dizer
como deve ser
o teu agir em mim?

Quem sou eu, ó Pai,
pra te aconselhar?
Pois os pensamentos Teus
ninguém pode sondar.

São mais altos que o céu,
mais profundos que o mar,
outro Deus igual a Ti não há.

Infinitamente mais
do que tudo que pedimos
Infinitamente mais
do que tudo que pensamos
Infinitamente mais
do que sonhamos e esperamos,
perfeito é o Teu agir, Senhor.”
(INFINITAMENTE MAIS – Ministério Geração Eleita)


É essa idéia de "Infinitamente Mais".

No Teatro, tem uma dinâmica. Que é assim: coloca a venda nos olhos, né. Daí cê fica sem ver nada. E o diretor te pede pra correr. No meio do círculo, num tem... E, tipo, é pra confiar. Todo mundo faz um círculo, e todo mundo fica responsável por tocar em você, no peitoral, caso esteja seriamente perto da parede. E o diretor pede pra você correr com velocidade. Mas é terrível. Não adianta. Três passadas e – pam! – você reduz a velocidade. Acha que tá perto. Dá meios-passinhos. A idéia, quer se esborrache no outro, quer leve uma quedinha, é que você confie na pessoa que vai estar no palco contigo.

E eu me pergunto: meu Deus - será que tou dando passinhos de nada, ao invés de confiar, disposta a esborrachar? E que amor-próprio-roxo é esse, que riqueza toda é uma, que não pode levar uma quedinha, ou depender um pouco mais?

E é por falta de fé que não vemos mais coisas acontecerem. Sem fé, é impossível agradar a Deus. E sem fé: pra colocar na vida, nos sonhos, remédios, no Brasil, nas universidades públicas - sem fé em DEUS - o que é mesmo que sobra?

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