quarta-feira, maio 23, 2007

NA CIDADE QUE NÃO DORME.

“mas os que esperam no Senhor
renovarão as suas forças.
Subirão com asas como águias;
correrão e não se cansarão,
caminharão e não se fatigarão.”
(Isaías 40:31)


Pra mim, esse versículo tem sido um refresco esses dias. É uma promessa de Deus, me dizendo que vai renovar minhas forças. Quando eu tinha 8 anos, e me falaram de Deus, dizendo que Ele tinha enviado ao mundo seu filho único pra ser sacrificado por mim, fiquei sem jeito de dizer não a esse amor.

Só que eu ainda achava que aceitar esse amor não ia requerer de mim lá muita coisa. Alheia ao provérbio popular que diz que “amor com amor se paga”. Bem, hoje eu digo pra vocês, amor não tem tamanho. É amor. E que amor.

Tem gente que, em nome de Deus, faz muitas coisas. Inclusive largar o conforto da sua casa e das caras familiares das suas cidades pra ir a lugares distantes e menos luxuosos (ou não luxuosos) falar do amor de Deus. Já tem outras pessoas pra quem Deus não pede isso.

Outras pessoas que também devem amar a Deus. E amor, repito, não se mede. É perda de espaço na linha utilizar comparativos tipo “amar tanto quanto...”. Fica prolixo, ou deslocado.

Qual seja: gente como eu. Na cidade de concreto. Amando. Gente como eu, na cidade de concreto, dando o melhor de si, obedecendo Àquele que ensinou que, em tudo que se for fazer, é pra fazer de coração e bem feito, como se fosse pra Deus e não pra homens, que é pra não ter medo de se gastar. Recebendo, como todos os filhos de Deus, a promessa de que da mesma forma que o sol aparece depois da lua, em seu mais alto volume, a cada novo dia, tão certo assim continuará ele a ter e ter força, sempre e depois de luas e luas, pra permanecer cantando e vibrando em alto e bom som.

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