
Me sentindo um cachorrinho com uma flepa no pé esses dias.
O cachorrinho não é como nós, humanos, que pode tirar uma flepa, ainda com dificuldades, com uma ou duas das mãos.
Ele não tem mãos. Ele tem patas. E patas não têm dedos.
Ao que parece, tem uma inflamação no meu ouvido médio.
Que cria cascas para proteção envolto da cera (sei, é nojento).
De forma que a cera não desce sozinha, e fica cada vez mais presa, envolta em cascas, e dura como pedra.
E machuca meus ouvidos.
Então, o médico tem que tirar.
Mas que escândalos eu faço...
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Segunda-feira volto a trabalhar na Agência (a PAB encerra suas atividades sexta-feira: amanhã). Dois guardas bacanas e uma zeladora imperfeita mas simpática vão ser (e já foram) demitidos. Vou voltar a conviver diariamente com stress e tensão. Mas maturidade é saber conviver com stress e tensão e ainda por cima evoluir e tirar coisas boas com isso. Li isso ontem no livro Uma Vida com Propósitos, do Rick Warren.
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Música da noite: "Hey you say, you like the way/ The cowboys tip their hats and say/ 'How's it going ma'am?'/ But you're never quite clear if their glares are sincere/ Or really only just second hand/ To you it's all voices, its a lavender haze..." (Do You - Jewel)
2 comentários:
Os problemas no ouvido são sempre nojentos, vá por mim.
E eu também não gosto de conversar com estranhos na rua. É feio sim... Mas é verdade.
Melhoras!
Quem disse que cachorros não tem dedos?
Seu trabalho parece bacana. Quem trocar?
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