"Always the same. The deliberate consciousness of Americans so fair and smooth-spoken, and the under-consciousness so devilish. Destroy! destroy! destroy! hums the under-consciousness. Love and produce! Love and produce! cackles the upper consciousness. And the world hears only the Love-and-produce cackle. Refuses to hear the hum of destruction underneath. Until such time as it will have to. The Americans have got to destroy! [...]"
(trecho que ouvi no filme "Sylvia Plath - Passion Beyond Words")
É engraçado como nós, mulheres da contemporaneidade, andamos tal qual cavalos, às esporadas e gritos da sociedade, nos mandando AMAR e PRODUZIR, AMAR e PRODUZIR. E todos esquecem que mulheres são, por natureza, neuróticas (ora, não me critiquem por fazer generalizações). Que são a parte frágil das relações. E disso continuarão esquecidos até que cheguem tempos nos quais não seja mais possível esquecer.
Tenho uma tia que, dia e noite, conversa conversas assim. Qualquer dia falo da vida que ela leva e levou. O que amedronta é a ameaça (destroy, destroy...)
Ainda mais se é uma ameaça subconsciente, inerente, incoerente. De repente, sem conexões outras. O simples instinto de destruir. Instruir (como em: Fulano "instruiu" toda a comida).
Às vezes acontece comigo. Vou dormir deixando o despertador programado. Mas tenho medo de não acordar com ele. Seria muito ruim.
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