[Das vicissitudes da vida. Ou: de repente, surge um morro gigantesco caindo do céu, bem no caminho de nossa protagonista, e o morro sempre esteve lá. Morram, insetos, morram]
E a piadinha dos próximos 4 anos é: "O Brasil jogou mal? Como? Ele nem jogou!"
Sim, o Zidane sim me parece o melhor jogador do mundo. Mas, passada a Copa, volto a ser uma mulher que não se interessa por futebol. Deixemos de coisa.
Eu preciso sair daqui, ninguém tá me entendendo. Eu não sou essa pessoa assim, invejosa, que não pode ver alguém respirar.
Porque preciso do ar. Estou sufocando, e não quero chegar ao ponto de derrubar quem respira pra ficar com o ar, entende?
No sentido de que não quero desencorajar ou desestimular pessoas ao meu redor que fazem o que gostam, porque querem, só porque eu não posso fazer essas coisas. E dizer pra mim mesma que isso foi escolha minha até convence mas já não ME convence mais.
Eu quero ser o que nasci pra ser. Como uma flor desabrocha. Porque, se demorar mais tempo, vomito tudo de dentro de mim, e não vai ser nada agradável pra ninguém.
E preciso urgentemente mudar de direção, parar de ler o livro de cabeça pra baixo, operar meus olhos ao invés de viver eternamente de óculos.
Não estou confusa. As coisas poucas vezes foram tão claras e evidentes pra mim.
Por último: preciso de um plano bem simples.
Hoje, 3 de julho de 2006, começa a minha dieta.
Depois ajeito o template.
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