
Na Uespi, estudo com 2 meninas aproximadamente 3 anos mais novas que eu. Todas duas desabafaram, entre surpresa e o alívio de se sentirem mutuamente compreendidas, que ficaram traumatizadas com a morte do PC Farias.
A G. disse que deixou de ver o Jornal Nacional depois disso. E que ficava imaginando cada possibilidade mostrada na Veja ou no Fantástico: se a assassina fosse a namorada, ou o caseiro, ou...
A A. disse que precisou dormir na cama dos pais no dia da morte do PC. E que desde então passou a ter pequenos medos paranóicos: de que, na parada de ônibus, alguém pudesse esfaquear ela; ou coisa parecida. Constantemente.
A G. chegou a ir ao psicólogo, fez algumas sessões de ludoterapia.
Os pais da A. desconsideraram, acharam que logo passava.
Mas a G. se recuperou mais rápido do trauma do que A.
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O que realmente me impressionou na infância foram as mudanças de moeda... Adorava ver a cara do dinheiro novo. O pessoal dizia que só faltava colocarem o Gugu Liberato, ou o Sílvio Santos, nas cédulas monetárias. =)
Um comentário:
Antes ele [o PC] do que eu.
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